quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

PIMENTA CAIENA

Pimenta Caiena

Pimenta caiena (Capisicum frutescens sp)

Pimenta-caiena, Pimenta-de-Caiena ou pimenta-vermelha é uma variedade de Capsicum annuum. Deve o seu nome à cidade de Caiena na Guiana francesa.

O fruto da pimenta-caiena seco e moído é usado como condimento picante na cozinha indiana e chinesa.

Estimula a digestão, auxilia no tratamento de má circulação sanguínea, é rica em vitaminas A e C. É a mais medicinal das pimentas.  Além de ser um forte estimulante do metabolismo, ajuda a criar calor e estimula a circulação, ajudando no processo de purificação e eliminação das toxinas. 
Pesquisadores do mundo todo não param de descobrir que a pimenta, tanto do gênero piper (pimenta-do-reino) como do capsicum (pimenta vermelha), tem qualidades farmacológicas importantes.

Pesquisa da Faculdade de Nutrição da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) comprovou que a pimenta diminui o risco de doenças cardiovasculares, maior causa de mortes no Brasil.

Cientistas do Cedars-Senai Medical Center, nos Estados Unidos, divulgaram pesquisa que confirma os poderes da pimenta no combate ao câncer de próstata.

Estudo feito pelo Instituto Politécnico de Oxford revelou que a pimenta caiena aumenta o metabolismo em 20%, bem como evidenciou sua propriedade de retirar gorduras das artérias.

Segundo o médico homeopata Marcio Bontempo, autor do livro Pimenta e seus Benefícios à Saúde, além dos princípios ativos capsaicina e piperina, o condimento é muito rico em vitaminas A, E e C, ácido fólico, zinco e potássio.

Tem, por isso, fortes propriedades antioxidantes e protetores do DNA celular, também contém bioflavonóides, pigmentos vegetais que previnem o câncer.

A capsaicina, substância contida na pimenta, ajuda a emagrecer. A conclusão é de cientistas da Daegu University, na Coreia do Sul. Por enquanto, o efeito foi comprovado em cobaias, mas os resultados são animadores. Durante nove semanas, os animais foram alimentados com uma dieta rica em gordura. Alguns receberam diariamente uma solução de capsaicina diluída (10 mg por kg). Outros, placebo. Entre os que consumiram o composto, houve redução de 8% do peso e mudanças em 20 proteínas que favoreceram a eliminação da gordura. “Isso sugere que a capsaicina pode ser um bom fitoquímico no auxílio ao combate da obesidade”, preveem os pesquisadores. A pimenta contém a capsaicina, o princípio ativo da pimenta - a capsaicina atua em várias áreas do corpo: alivia dores de cabeça, controla os níveis de glicose no sangue, aumenta a capacidade pulmonar e ajuda no tratamento da rinite alérgica.

A pimenta tem até 6 vezes mais vitamina C que a laranja, o que a torna um forte antioxidante no combate ao radicais livres. Também contem licopeno, que protege as artérias e a próstata, fonte de betacaroteno. Ela pode ser aliada das dietas.
Neste caso a capsaicina participa com o aparelho digestivo do processo de quebra dos nutrientes dos alimentos, fazendo com que ele trabalhe duro, gaste energia e, desta maneira consuma mais e mais calorias. Graças a essas vantagens, a planta já está classificada como alimento funcional, o que significa que, além de seus nutrientes, possui componentes que promovem e preservam a saúde. Hoje ela é usada como matéria-prima para vários remédios que aliviam dores musculares e reumatismo, desordens gastrintestinais e na prevenção de arteriosclerose.

DOENÇAS QUE A PIMENTA CURA E PREVINE

Baixa imunidade - A pimenta tem sido aplicada em diversas partes do mundo no combate à aids com resultados promissores. No caso da aids, uma das causas mais dramáticas do estresse oxidante é a perda de células sanguíneas CD4, um tipo de linfócito T, que desempenham um papel central no sistema imunológico e cuja contagem indica o grau de proteção do organismo diante da enfermidade.

Câncer - Pesquisas nos Estados Unidos apontam a capacidade da capsaicina de inibir o crescimento de células de tumor maligno na próstata, sem causar toxicidade.

Outro grupo de cientistas tratou seres humanos portadores de tumores pancreáticos malignos com doses desse mesmo princípio ativo. Depois de algum tempo constataram que houve redução de 50% dos tumores, sem afetação das células pancreáticas saudáveis ou efeitos colaterais. Já em Taiwan os médicos observaram a morte de células cancerosas do esôfago.

Depressão - A ingestão da iguaria aumenta a liberação de noradrenalina e adrenalina, responsáveis pelo nosso estado de alerta, que está associado também à melhora do ânimo em pessoas deprimidas.

Enxaqueca
- Provoca a liberação de endorfinas, analgésicos naturais potentes, que atenuam a dor. A endorfina em si é um analgésico natural muito forte fabricado pelo cérebro, e é por isso que dores de cabeça e enxaqueca somem ao se consumir pimenta. 

Esquistossomose
- A cubebina, extraída de um tipo de pimenta asiática, foi usada em uma substância semissintética por cientistas da Universidade de Franca e da Universidade de São Paulo. Depois do tratamento (que tem baixa toxicidade e, por isso, é mais seguro), a doença em cobaias foi eliminada.

Feridas abertas
- É antisséptica, analgésica, cicatrizante e anti-hemorrágica quando o seu pó é colocado diretamente sobre a pele machucada.

Gripes e resfriados
- Tanto para o tratamento quanto para a prevenção dessas doenças, é comum recomendar a ingestão de uma pequena pimenta malagueta por dia, como se fosse uma pílula.

Hemorroidas
- A capsaicina tem poder cicatrizante e já existem remédios com pimenta para uso tópico. Quem tem problemas de hemorroidas não pode abusar da pimenta. Geralmente essas pessoas tem sangramento e pode levar a um agravamento da situação. Mas a pimenta não causa hemorroida.

Infecções
- O alimento combate as bactérias, já que tem poder bacteriostático e bactericida, e não prejudica o sistema de defesa. Pelo contrário, até estimula a recuperação imunológica.

Males do coração
- A pimenta caiena tem sido apontada como capaz de interromper um ataque cardíaco em 30 segundos. Ela contém componentes anticoagulantes que ajudam na desobstrução dos vasos sanguíneos e ativam a circulação arterial.

Obesidade
- Consumida nas refeições, ela estimula o organismo a diminuir o apetite nas seguintes. Um estudo revelou que a pimenta derrete os estoques de energia acumulados em forma de gordura corporal. Além disso, aumenta a temperatura (termogênese) e, para dissipá-la, o organismo gasta mais calorias. As pesquisas indicam que cada grama queima 45 calorias.

Pressão alta
- Como tem propriedades vasodilatadoras, ajuda a regularizar a pressão arterial. É vasodilatadora, então ajuda a desfazer os coágulos sanguíneos

Reumatismo, artrite e artrose
- Recomenda-se a aplicação de compressas quentes ou frias nas articulações, feitas com 250 gramas de pimenta vermelha socada e misturada a uma pasta de purê de inhame. Use uma vez ao dia até a melhora.

Digestão - Já a capsaicina e a piperina estimulam as secreções presentes no estômago, melhorando a digestão, e ativam circulação no órgão, o que contribui para o processo de cicatrização de úlceras, além de possuir ainda grande poder antiflatulência. Comer pimenta também age contra o envelhecimento, devido à sua forte ação antioxidante.

Conserva Básica de Pimenta
Pimentas selecionadas de sua escolha
2 copos de vinagre branco
1 colher (sopa) de açúcar
1 colher (chá) de sal

Faça uma calda com o vinagre, o sal e o açúcar, levando essa mistura para ferver por dois minutos. Faça o branqueamento das pimentas cozinhando-as no vapor, sem que fiquem muito moles. Coloque-as num vidro esterilizado e jogue a calda quente por cima. Deixe esfriar, tampe e conserve na geladeira.

Quantidade indicada: 3 gramas ou 450 mg (cápsulas) duas vezes ao dia.

Deve ser consumida com cautela por pessoas mais sensíveis, com tendência a problemas de gastrite, úlcera e azia, pois pode piorar a sensação dos sintomas.

Fonte: https://sites.google.com/site/welsonlemos/home/pimenta-caiena

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